Convirta-se em um intérprete da língua de sinais
Todos os dias nos comunicamos com outras pessoas e asumimos que nos entendem e as entendemos. Porém, o processo se complica se as pessoas falam idiomas destintos. Para os surdos, deficientes auditivos e pessoas cegas e surdas, comunicar-se com pessoas que não sabem língua de sinais é uma tarefa quase diária. Neste tipo de situações se pode contratar a um intérprete para assegurar a comunicação. O trabalho dos intérpretes é o de intermediar entre pessoas de destintas línguas.
A comunicação e o intérprete
O objetivo do intérprete é fazer com que a experiência comunicativa seja o mais completa possível, tanto para o ouvinte como para o surdo. Para conseguir isso, os intérpretes devem transmitir as mensagens com a maior exatidão possível, incluindo os casos de sentimentos, as atitudes que tomam os participantes, mesmo sendo mensagens e língua de sinais ou em língua oral. Por isso o intérprete deve ter muito bom conhecimento das duas línguas, além de ser capaz de adaptar a sua língua a situação comunicativa na que se encontre.
Fluência na língua de sinais
O primeiro passo para convertir-se em intérprete é adquirir fluência na língua de sinais. Existem muitas formas de conseguir isto. As pessoas com familiares surdos ou com deficiencias auditivas, que utilizam língua de sinais, adquirem esta fluência bem rápidamente. As pessoas que não tem esta possibilidade tem que acudir a cursos ou educação que está muito diversificada, na que existem surdos e pessoas com descapacidades auditivas. Não é fácil calcular o tempo necessário para ter a fluência necessaria. Adquirir as destrezas da fala coloquial da língua de sinais é um processo que não acaba nunca.
Educação do intérprete
Ter fluência na língua de sinais e em inglês não lhe converte automaticamente em um intérprete. Além disso você tem que ter educação adicional para assegurar que você é um intérprete qualificado, que entende que papel ocupa nas diferentes situações que apareçam e que pode encontrar em seu trabalho. Nos Estados Unidos se implantou muitos cursos de interpretação. Algumas instituições oferecem cursos individuais, normalmente de noite, para as pessoas que não podem assistir aos cursos durante o dia. A maioria dos programas também oferecem cursos de humanidades, além dos que estão diretamente relacionados com a comunidade surda e a interpretação.
O ideal sería que os cursos para intérpretes cobrissem as áreas de: o papel do intérprete, um relato histórico da profissão, técnicas para falar em público, compreenção a comunidade surda, lingüística e desenvolvimento da linguagem, o código ético dos intérpretes, os fatores físicos que envolvem a interpretação, várias das situações nas que o intérprete deve funcionar como uma guía práctica nas destrezas que existem na interpretação.
Devido a que esta profissão se dirija a um leque muito grande de população, que pode ter muitas diferentes necessidades, os intérpretes devem estar preparados para adaptar-se a todos os cambios que podem aparecer em uma situação de interpretação. Os aspectos de objetividade, flexibilidade, bom critério e confidencialidade devem estar presentes nas duas línguas.
Certificado
Quando um estudante termina seus estudos de interpretação não é ainda intérprete. O NIC, certificado nacional de intérprete, se otorga aos estudantes que tenham um ótimo conhecimento da língua, da ética e das características necessárias. ou um exame para obter este certificado o desenvolveram duas organizações, o Registro de intépretes de surdos e a Associação nacional de surdos. Assim que só quando se passam estes exámes tão rigorosos, que provam a destreza, conhecimento e atitudes do candidato, é possível ter o título de intérprete. Alguns estados desenvolveram certificados para intérpretes que lhes permitem trabalhar em diferentes áreas. Acabar os estudos de intérprete não assegura aprovar o exame. Os exámes são muito dificeis e é necessário, em muitas ocasiões, haver realizado provas práticas.




